Valdemar Ferreira Ribeiro
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DIZ-ME COM QUEM ANDAS DIR-TE-EI QUEM ÉS
DIZ-ME  COM  QUEM  ANDAS   DIR-TE-EI  QUEM  ÉS.

Este velho mas actual ditado espelha bem todas as pessoas pois as energias semelhantes se atraem.

O bêbado gosta de andar com bêbados. O malandro quer andar com malandros. O preguiçoso anda com preguiçosos. O bandido é parceiro de bandidos. O honesto gosta de andar com honestos. O trabalhador procura andar com trabalhadores iguais. O inteligente gosta de andar com inteligentes. O sapiente olha quem está ao seu redor, observa seus actos e só depois decide seus parceiros.

Na escolha entre uma cidade mais pequena e ordenada  e uma cidade maior e confusa, os bandidos preferem sempre a cidade com mais confusão pois neste meio barulhento eles se confundem mais fácil e se escondem melhor.

A razão principal na queda do comunismo na URSS e nos países do leste europeu, foi a mediocridade dos responsáveis que estavam nos poleiros dos cargos.

Esta mediocridade na administração pública e sua inépcia nos países ditos comunistas e socialistas, sempre foi confrontada por aqueles cidadãos que desejavam uma nação mais desenvolvida e melhor administrada e um país mais competitivo, uma economia mais real, desenvolvida e competente.

Na luta entre a mediocridade e o desenvolvimento sustentado, aqueles que desejam uma nação mais criativa atrapalham aqueles que estão nos poleiros dos cargos pois estes cargos muitas vezes são conquistados através do compadrio e não da competência técnica.

E como resultado dessa mediocridade, deu-se o desmoronar destas sociedades ditas comunistas e socialistas, e hoje algumas delas já encontraram um rumo mais sustentado e outras ainda andam às apalpadelas no túnel com pouca lua que desemboca num maior desenvolvimento económico, social e ambiental.

À nossa volta, em pleno século XXI, ainda nos deparamos muitas vezes com pessoas que preferem viver nos poleiros da mediocridade, olhando apenas seu umbigo,  do que construir um desenvolvimento mais equilibrado e sustentado.

Vamos ver até quando ou se teremos de aguardar mais 43 anos ou mais.
Valdemar Ribeiro
Enviado por Valdemar Ribeiro em 05/09/2019
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